segunda-feira, 15 de outubro de 2018

O blog morreu


O blog morreu. Espero que os blogueiros ainda continuem vivos, e devem estar, espalhando seus falares por outras mídias, ou desistiram de vociferar pela internet. Eu continuo aqui,  uma escrevente firme, escrevo para o vento e os ecos soam de minhas próprias vozes para os meus ouvidos.

No início o blog era um diário, as pessoas utilizavam para falar ao mundo de suas rotinas e sentimentos, como fazem hoje no Facebook e Instagram. Algumas pessoas gostavam de postar coisas engraçadas, outras o transformaram em sites de notícias, vendas, e reflexões, como eu. Os blogueiros se liam, ou liam algumas partes para estarem aptos a comentarem algo sobre a postagem e deixarem seu link para que os blogueiros visitados também os visitassem. Era uma troca interessante de conteúdos e só ficava quem realmente se interessava pelos escritos. Foi através de minhas postagens que encontrei algumas ótimas pessoas, inteligentes e sensíveis, mas praticamente todas já abandonaram o ofício bloguístico. Eu sou uma das poucas sobreviventes que preferem se expressar escrevendo textos fechados que discutindo em comentários. Continuo firme, até que me expulsem, como fizeram com o meu blog do UOL, o meu saudoso "Vassoura da bruxa".

Escrever é uma necessidade; organizo-me e exorcizo-me. Se um caboclo chegar até aqui, nesses tempos de burrice desenfreada e preguiça, e conseguir ler alguma coisa, é como ganhar na loteria. Basta-me.

E sigo. Capengando. Amém.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

O ser humano evoluiu?


A raça humana não evoluiu, no sentido biológico e divino da evolução. Fisicamente, não poderia dizer se as características do cérebro são as mesmas que encontraríamos na época de Sócrates, por exemplo, mas pela complexidade dos pensamentos da época, não parece ter havido muita mudança. O que significaria evoluir biologicamente para os seres humanos, que necessitam basicamente dos poderes cerebrais para sobreviver nessa terra árida? Talvez o cérebro evoluiria no sentido de que o ser humano pudesse nascer preparado para conviver com os outros seres humanos, por que nenhuma espécie pode sobreviver e proliferar totalmente isolada de seus pares biológicos, e essa é uma condição para o ser humano. Então, a evolução da humanidade deveria consistir em se nascer com mecanismos cerebrais que nos possibilitassem sobreviver com os outros. 

Quando estuda-se a humanidade, as áreas do conhecimento se emprestam, às vezes se complementam, mas, na maioria das vezes, se ignoram. Como pensar em estruturas sociais, em sociologia macro, micro, em teorias sobre o movimento da história, se ignorarmos o indivíduo com suas características biológicas e psicológicas? Como ignorar a neurociência? Como podemos imaginar ou supor que os acontecimentos  são por eles mesmos ou por estruturas que os organizam, originam, sequenciam ou culminam, e apenas isso? Parece mais religioso que o contrário.

Naquela época lá do behaviorismo, algumas experiências secretas foram realizadas culminando em catástrofe para suas cobaias, como a experiência onde um dos gêmeos foi levado a "ser" mulher, ou a dos outros três gêmeos que foram separados, colocados em famílias totalmente diferentes e monitorados secretamente. Eu não sei o que foi provado com aquilo além de que seja muito sério tentar manipular vidas de seres humanos e de que as pessoas nem sempre são fruto de imposições ambientais. Há também o caso daquela menina que foi criada com cães; se ela não tiver nenhum problema mental seria indício de, como afirmam alguns cientistas, que se o ser humano não tem contato com linguagem e outros tipos de conhecimento até os cinco anos, ele não será mais capaz de se desenvolver normalmente.

Não sei até onde essas "pesquisas" são verdadeiras ou não, elas apenas nos mostram como ainda sabemos pouco sobre nós mesmos, sobre nosso cérebro e sobre como nos relacionamos e desenvolvemos. Estou a dizer isso porque penso no que aconteceria se, de repente, houvesse um cataclismo e toda a fonte de conhecimento e de desconhecimento, como a internet, se fossem para sempre. Os seres humanos restantes talvez voltariam a viver como no tempo das cavernas e teriam que recriar todos os seus mitos e tecnologias, de uma maneira que não podemos imaginar; acabaria toda a suposta evolução da raça humana. Ou seja, a humanidade evolui de duas maneiras: individualmente (cada um através de sua própria vida, com suas experiências com o mundo, e assim, contribuindo com ele), e socialmente (através da manutenção do conhecimento produzido, armazenado e disseminado). Seria, como gostam os pesquisadores de dizer, uma evolução sincrônica e outra diacrônica. Assim sendo, se não houver mais nada do que chamamos de evolução lá fora, o ser humano será apenas um animal que precisará refazer sua trajetória através de seu cérebro diferentemente preparado em relação ao dos outros animais.

Então, caríssimos, mesmo que filósofos, pensadores e cientistas notáveis, com cérebros mais preparados ainda, e que tiverem acesso a grande parte do conhecimento já produzido, conseguirem desenvolver teorias riquíssimas que poderiam transformar a vida humana de maneira benéfica (porque é pra isso que os grandes pensadores pensam, em sua maioria), nada disso teria valor se o conhecimento não fosse disseminado, aceito e retransmitido. Muitas teorias podem ter sido destruídas em queima de livros, seja por acidente ou por livre intenção daqueles que não conhecem ou que não estão aptos a conhecer a profundidades de tais proposições ali contidas. Assim foi e sempre será. Como proteger a suposta evolução que já conseguimos através do acúmulo e da transformação de conhecimentos gerados por todos esses séculos?

Com o que vemos acontecer hoje no mundo, com o radicalismo e o ódio tornando os seres humanos irracionais e destrutivos, competitivos e cruéis, conseguimos perceber quão frágil é a nossa existência nesse planeta, e quão a merce de nossos instintos de sobrevivência estamos.  O tal instinto de preservação do eu, do qual falei aqui, e que abarca vários aspectos da vida humana, não demanda sempre de reflexões lógicas. As tais da ética e da moral, que criamos para viver socialmente, não dão conta das complexidades humanas. Ter razão deixou de ser racional. 

Imaginemos um individuo que jamais leu um texto completo, consegue  decodificar apenas manchetes de jornais e sempre teve uma vida tomada por atribulações pesadas de uma rotina exaustiva; esse individuo não será capaz de compreender proposições complexas, porque para esse tipo de processamento leva-se anos de muito consumo de informações o que esse individuo não teve e agora, talvez, não queira e não seja capaz de ter. Além do próprio vocabulário, que poderá ser totalmente desconhecido para ele, todas as definições que vem com ele e as conexões intertextuais que esse individuo poderia fazer em relação a história e até mesmo a procedimentos práticos relacionados a esse vocabulário são algo inacessível ou inexistente. O nível de compreensão desse individuo será, consequentemente, diferente do de alguém que cursou faculdade e passou a juventude lendo tratados de economia, literatura clássica e livros sobre filosofia. Não há como as duas pessoas enxergarem as mesmas coisas, simples assim.

Outra consideração a ser feita é sobre o tipo de ideologia que essa pessoa abraçou de acordo com os princípios éticos que recebeu desde sua tenra idade. A ideologia também modifica a maneira como as proposições são apresentadas por um individuo e como o individuo vai se portar no mundo; muitas vezes a agressividade poderá ser tolerada quando em relação ao que representar um inimigo, ou seja, quando o individuo abraçar ideais que para nós são inadmissíveis, dentro da ética de nossa sociedade. mais uma vez surge o instinto de preservação do eu, das minhas ideologias, do que represento e quero representar.

Não estou aqui falando de perigos reais, ou seja, como sobre a condenação de assassinos em série que representem risco verdadeiro à sociedade, falo sobre a intolerância a tudo o que é contrário ao que abraçamos como certo para a nossa sociedade e para as nossas vidas. Nessas horas, quando talvez a parte biológica fale mais alto, podemos agir até mesmo de maneira semelhante àqueles que representam aquilo que não queremos, nesse momento mostramos como somos todos parecidos. A responsabilidade pela evolução da humanidade está em quem decide se temos o direito sobre o ser do outro, ou seja, quem tem o poder de decidir sobre o que o outro deve ser, ou até mesmo se o outro deve viver. Esse tipo de comportamento, o de se sentir responsável pelo julgamento em relação à individualidade alheia, desequilibra a sociedade, porque interfere diretamente sobre o ser do individuo e cria  parâmetros de riscos sociais baseados em ideologias. Não é como se existisse um leão capaz de acabar com a vida de outro ser humano e que deveria ser exterminado, qualquer coisa poderia ser um leão e qualquer comportamento poderia ser uma ameaça. A subjetividade das ameaças do "eu" são criadas e recriadas a todo momento de acordo com o tamanho das informações que possuímos, nossas experiências e a capacidade de reflexão que foi desenvolvida. 

Há muito o que se refletir... Mas eu não penso que a humanidade possa dizer que tenha evoluído. Não com o que os meus olhos vêem a cada minuto.


sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Decisão de amar


Acordarmos e gostarmos de quem está ao lado, mesmo em dias de tempestades internas e caos na humanidade, e com ternura, desejar cuidar e acariciar as sobrancelhas desarrumadas; sentir o desejo de espremer a pessoa até sentir todos os seus contornos e amar todas as formas, considerando-as perfeitas, assim como a brancura dos cabelos, e qualquer coisa que se possa socialmente ser considerada imperfeição.

Irritar-me profundamente com opiniões e gestos que pareçam incoerentes e irracionais, mas esforçar-me em lembrar de todos os motivos que nos levaram a querer nos levar pela vida, assim como lembrar que eu também pareço irracional e incoerente muitas vezes e que, mesmo assim, queremos estar de mãos dadas. 

Darmos muitas risadas, especialmente à noite antes de dormirmos, nos abraçando, virando de lados muitas vezes, até finalmente nos declararmos e dormirmos grudados. E querer estar assim.

Esforçarmo-nos por falar calma e carinhosamente, mesmo quando um está fora de controle, e sabermos no fim que tudo fora bobagem e que não vale a pena ficarmos longe. Amar o calorzinho, o cheirinho, o gostinho, a luz do olhar, o sorriso e tudo.

Ficarmos horas discutindo sobre questões filosóficas, políticas, artísticas, essas coisas que todos consideram chatíssimas, aprender todos os dias e depois falar muitas bobagens bregas e caipiras. Cozinhar, limpar e cuidar, morrer de cansaço e pensar que vale a pena por que aqui estamos.

Cuidarmos todos os dias para não deixar que as humanices nos torne exigentes demais, intolerantes demais e egoístas demais, e saber que muitas vezes não é possível e que isso é normal. Perdoar e tentar ser melhor, e fazer melhor.

Planejarmos cultivar uvas, fazer vinho, fazer pastel, ser alfaiate, fazer rádio, programas, escrever mil artigos, viajar pelo mundo todo, sabendo que nem tudo será, mas que tudo pode ser. Lembrarmos das bizarrices da infância, saber das tristezas, dos sonhos, das alegrias.

Darmos as mãos todos os dias e levantar com ânimo para os dias, o dia todo, sem desistir do que queríamos no começo e para o sempre. Essa é a decisão de amar.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Mulheres são de marte


Eu não sei como é ser homem, mas não é nada fácil ser uma mulher; não sei se essa agrura sempre foi como é, não saberia dizer o que teria sido ser mulher em outras épocas e culturas, se a mulha-sapiens também vivenciava os mesmos sentimentos, como saber? Mas a verdade é que a mulher sempre meteu pavor nos homens, tanto pavor que atribuíram-na toda a culpa da danação humana, quando aquela filha de uma égua da Eva tentou e atentou contra Adão e a humanidade, fazendo-o comer uma fruta que Deus havia colocado lá propositadamente para testar o nível de submissão de sua criação, e desde então, o mundo sofre tudo o que sofre, como o homem (e nesse caso me refiro ao gênero mesmo), que teve que começar a trabalhar para comer e sustentar os outros. A mulher então passou a ser uma bruxa, literalmente, que deveria ser queimada nas fogueiras por causa de seus poderes malignos, ou por ter olhos tortos ou qualquer outra coisa que desagradasse o poder vigente. Ah, mulher, tratada como um ser inútil, incapaz de pensar, de trabalhar, de tomar decisões, de votar. As coisas sérias, como fazer guerras e orgias deveriam ser privilégios dos homens, e das mulheres mais sujas ainda, as com que eles realmente queriam estar, mas nunca poderiam estar. 

Concentremo-nos então apenas na atualidade. A menina nasce, bem disse Simone de Beauvoir, e começa a ser feita menina. Apresentam-na o mundo feminino, as atribuições femininas, o que ela deve ser e do que deve gostar. Na verdade, eu não tenho certeza sobre até que ponto gostamos do que nos é atribuído, ou do que escolhemos por essa ou aquela ração, até mesma a ração da atribuição. Se assim fosse, apenas atribuição, os meninos não seriam gays desde crianças, e são, porque já vi muitos. O ser não se torna gay, ele é, e não sei dizer se ter mais afinidades com coisas do mundo ditas pertencentes ao universo feminino tem a ver com o que ele é, biologicamente, ou com o que ele sente  fazer parte. E lá vou eu me perdendo nas reflexões de gênero e sexualidade, mas, enfim: temos um mundo criado para nós, e não é o de protagonistas.

Hoje ainda ouço homens dizendo que mulher não sabe de nada.  Jamais disse que homens e mulheres são absolutamente iguais, mas isso não diz sobre a capacidade intelectual, pois, como podemos perceber, há jumentos e jumentas nesse mundo.  Somos diferentes em vários outros aspectos. Primeiramente, temos essa coisa terrível que Deus criou que são as mudanças hormonais. Pra quê essa palhaçada?  Vejamos a galinha. Nós, seres humanos, vivendo nas cidades, nos esquecemos de que existe um universo ainda misterioso para nós, que é o dos animais. A galinha bota seus ovos, e do nada (obviamente devem existir mecanismos biológicos que orquestram) fica choca. A galinha fica insuportável! A galinha fica agressiva, muda de personalidade e necessita de ovos para chocar. O ser fica lá, parado, durante 21 dias, se não me engano, e o seu calor faz gerar filhotes! E os pássaros? Sabem que tem que construir seus ninhos, as abelhas sabem que tem que construir suas colmeias e fabricar o mel, os peixes sabem que tem que ir correnteza acima e as tartarugas sabem que tem que ir botar na praia. Simplesmente, sabem. As pessoas pensam. Pensam que sabem. Então, a mulher nasce e passa por esse temporal de hormônios todos os meses, se não ficar grávida. Se ficar grávida, é outra história. O corpo se transforma, estica, muda, e depois, de dentro, sai um ser humano. Tudo muda para sempre. A mulher não pode andar na rua sozinha á noite sem sentir medo. a mulher não pode cumprimentar os homens com um sorriso, porque já consideram um flerte. Quando a mulher está separada, ela não é convidada para festas, às vezes, nem as de família. Quando não tem um macho que tome conta dela e a faça ser séria, ela não é vista como confiável. Que a mulher se mate de trabalhar, normal. Se sair à noite, vagabunda.

Lembro-me que uma vez comentei que a mulher separada ainda era vista com maus olhos, e alguém disse: "Que é isso, as coisas não estão mais assim, mudaram". Hoje estamos assistindo ao vivo e a cores as "mudanças" orquestradas por Bolsonaro, Daciolo e seus seguidores. A sociedade está de parabéns. E mulher é mulher.

Muitos nos vêem como bibelôs, como guerreiras, como ameaças, como manipuladoras, feiticeiras e loucas. A maioria nos vêem como objetos. Ainda.

Nem eu sei o que sou. Só sei que esse mundo não parece ter sido feito pra mim. A mulher Alienígena.

domingo, 16 de setembro de 2018

As inutilidades do Facebook


Cada vez eu entendo menos o compartilhamento no site do Facebook, e cada vez eu sinto mais decadente tal plataforma, apesar de ainda ser a mais utilizada para tudo o que se imaginar; talvez seja a minha antipatia pelo site, pelo tempo que já perdi naquilo e pelos desgostos que aquilo me trouxe é que me façam vê-lo cada vez com mais irritação e incompreensão. Mas, pensemos analiticamente e nos atentemos para as seguintes questões:

😳Por que as pessoas sentem a necessidade de postar todos os dias, e diversas horas por dia, fotos delas mesmas, que dizem sobre como estão felizes, se divertindo, estão belas ou, estão deprimidas?

Porque, como ouvi ontem, "todos querem ser famosos", ou seja, todos querem ser reconhecidos como belos, capazes, felizes, bem sucedidos, ou desejam que alguém venha consolá-los, e a internet permitiu isso a todos através de uma mãozinha, um coraçãozinho e umas palavrinhas que querem dizer mais aos leitores do amigo que ao amigo. Já falei muito sobre isso em outras postagens.

😳Por que as pessoas compartilham notícias?

Por que pensam ser interessante e querem que seus amigos tenham acesso à mesma informação, ou por que querem estar ligados à opinião divulgada na notícia de alguma forma. Quando abrimos o site, somos bombardeados por várias versões da mesma postagem e de notícias que não estamos interessados, como sobre onde fica o fiofó da cobra. De vez em quando encontramos algumas pérolas, mas na maioria das vezes, perdemos horas de nossas vidas ao invés de pesquisarmos diretamente sobre o que gostaríamos de saber, ou visitássemos diversos sites de notícias que considerássemos confiáveis.

😳Por que as pessoas compartilham coisas sobre política?

Porque simplesmente querem disseminar os ideais que consideram importantes, para fazerem campanha, militarem. Porém, essa estratégia é extremamente inútil pelos seguintes fatos:

1- Normalmente, a maioria de nossos amigos comungam dos mesmos ideais que nós, sendo assim, essas pessoas só farão eco comentando, recompartilhando, elogiando, dando likes.

2- Os poucos amigos que não compartilham das mesmas ideias, não estão interessados em ver as  postagens de quem quer militar para o lado oposto,  da mesma forma que quem quer militar não quer ver as postagens do outro, ou seja, será bloqueado, excluído ou receberá comentários atrevidos que não levarão a lugar nenhum, a não ser ao desgaste mental e social.

3- De acordo com os tais algorítimos do próprio site, haverá um número limitado de contatos que verão a publicação, geralmente são os com quem mais interagimos. Clube da Luluzinha trocando as mesmas figurinhas de sempre.

😳Por que as pessoas ainda comentam em publicações?

Porque querem interagir com as pessoas, por que não querem deixar o amigo no vácuo, porque realmente acharam interessante e quiseram dizer algo que não acrescentará nada a coisa nenhuma, porque querem fazer algum tipo de brincadeira pública, e diversos motivos. Mas a verdade é que comentários são mais inúteis que uma bicicleta para um peixe, tanto os comentários de aprovação quanto os de ódio. Nunca acrescentam absolutamente nada, é como se fossem uma enorme lista de paráfrases do senso comum.

😳 Porque as pessoas divulgam suas vidas, rotinas e tudo o mais na internet?

Compartilhar coisas boas com amigos e familiares é uma delícia, mas publicizar a vida para o mundo tem a ver com a primeira pergunta. Só digo que as pessoas deveriam criar mais memórias no cérebro do que nas redes sociais. É só a minha opinião, obrigada, de nada.

O site tem suas utilidades, como encontrar pessoas mais facilmente e saber de eventos... Mas essas são coisas que fazemos quando precisamos, utilizando-o como uma ferramenta, e não oferecendo ao mundo tudo sobre nós como estamos fazendo. Aquilo não é vida real.