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Mostrando postagens de Agosto, 2013

Marcha das vadias em Ouro Preto

A moda agora é protestar, e cada uma protesta à sua maneira. Neste sábado, mulheres saíram com os seios à mostra em Ouro Preto para protestar contra o machismo, o preconceito e sei lá mais o quê. Quem me conhece sabe sobre a minha revolta contra todos os tipos de preconceitos e sobretudo contra o preconceito sofrido pelas mulheres pelo mundo, mas uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa.
Toda mulher, assim como qualquer pessoa, deveria ter o direito de usar o que quiser sem sofrer algum tipo de violência ou discriminação, seja uma minissaia ou o hijab (lenço utilizado pelas muçulmanas para cobrirem os cabelos). Mas qual é a linha que divide direitos e respeito, se é que há uma linha entre essas duas coisas, não necessariamente opostas?
A partir do momento em que você pensar ter direito de sair nu pela rua e que as pessoas devem aceitar esse modo de agir, talvez você devesse morar numa floresta cercada de animais, por que lá, essas questões não tem nenhum valor e não interferem…

Sou sem noção

Eu sempre tive um grande problema com o meu tempo, eu nunca sei quanto tempo preciso para estar em tal lugar em tal hora. Mesmo que eu faça todos os dias as mesmas tarefas, parece que o meu cérebro falta um pedaço e nunca me lembro a exatidão das coisas. Diariamente, quando vou para a aula, eu tenho que calcular a que horas devo colocar o relógio para despertar, que ônibus devo pegar para chegar lá às 7:30, que horas esse ônibus sai da rodoviária e passa lá no meu ponto, quanto tempo eu devo gastar para chegar até o ponto e assim por diante. Só que me esqueço de calcular quanto tempo levarei para me levantar da cama, tomar banho, fazer e tomar café e tentar acordar o menino, gritar com ele por estarmos atrasados e levá-lo até o caminho da casa da minha irmã. Uma coisa que é simples para a maioria, para mim é uma tortura e sempre me deixa a impressão de ser uma completa irresponsável.
Outra falta de noção que me acompanha é a de direção. Sinceramente, eu não sou normal! Eu moro nesta ci…

Crise identidária

A mulher moderna está sofrendo de uma doença que a abate, sufoca e fragiliza, essa doença é a carência identidária. O que seria essa carência identidária?
Depois das obras "O complexo de Cinderela" e "O segundo sexo", a mulher passou a olhar para si mesma por um novo ângulo, e passou também a cobrar de si mesma uma maior autonomia e independência que supunha ter direito, assim como os homens tem; porém, essa suposta autonomia que a mulher de algumas culturas vêm conquistando, e não vamos nos esquecer que estamos falando da mulher da cultura ocidental, pois a mulher oriental ainda vive em um outro patamar na sociedade, não parece ser o que se esperava. 
Disseram que a mulher tinha que ser independente, que não deveria ficar dentro de casa comodamente esperando que alguém a sustentasse, que ela deveria ir para o mercado de trabalho e lutar de igual pra igual com os homens; disseram que as mulheres deveriam ter a mesma liberdade sexual que os homens, e que n…

Toada - gosto de infância

Tem coisas que nos  levam para um tempo onde eram felizes e tínhamos esperanças, e dá uma saudade danada de ser feliz sem  medo do futuro! Essa música é uma destas coisas que me levam para um tempo em que meu pai tocava viola, e apesar de todos os contratempos, eu tinha esperanças eternas.