quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Devaneios noturnos

O sono rouba-me o senso e a realidade, aqui vão alguns devaneios noturnos de uma vampira incorrigível:

 Por que a voz doce não traz credibilidade? Será por que se aproxima à voz infantil? Será que, por esse motivo, sempre foi mais difícil ver mulheres em cargos de chefia?

Quem inventou que homem e mulher tem que viver juntos?

 Por que paramos de olhar para o céu quando crescemos, e nos esquecemos que algumas palavras marcam como ferro quente quando pequenos?

Por que sempre que acontece algo, vemos sempre por uma perspectiva egocêntrica, como se o mundo girasse em torno de nós e tudo se resumisse a um complô para nos tornar mais felizes, mais tristes, ou  nos surpreender dali há algum tempo?

Por que os pais amam os filhos mais do que os filhos amam os pais?

Por que adolescente é tão chato?

Por que, mesmo não tendo nada pra dizer, eu estou aqui, me esforçando pra encontrar algumas bobagens pra falar?

Parei por aqui.

2 comentários:

  1. Ola Lu!

    Já estava a sentir falta de um post aqui =D
    E gostei muito deste, visto que sou Expert nesta matéria dos devaneios. Gostei bastante dos pontos que focaste no post, todos bem verdadeiros.

    Apesar de querer assumir a minha posição como adulto por cá, sei que sou bastante imaturo e, muitas vezes, recorro a outros para executar acções que um adulto executaria sozinho! Da infância à idade adulta temos de percorrer uma estrada irregular, sinuosa, que nos obriga a mudar, e que, de certa forma, nos danifica tal como uma estrada má danifica um automóvel. Perdemos a magia de ser criança, de sonhar e acreditar....acima de tudo, vivemos numa ignorância saudável e não estamos a par das problemáticas do mundo de hoje, que só dão vontade de ir abaixo.

    Terminaste com chave de ouro porque, essa é uma questão que me sufoca imenso. Será que o que cuspo para o meu blog faz algum sentido? Porque é que o faço? Eu sei porque. Porque sou cobarde e não falo com pessoas. Refugio-me lá. E esforço-me para dizer um monte de treta, tentando enganar-me a mim mesmo e acreditar que faz toda a diferença para mim a existência daquele blog. Às vezes sinto-me mesmo patético com o que posto :S

    É tudo tão estranho...

    Adorei o post Lu, continua ;) **

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  2. Patetice é o meu nome! Mas assumo-o, fazer o quê?
    acima escreverei algo totalmente patético, aguarde.
    Beijos, adoro a sua visita.

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