Credo

Cri. Claramente crédula

Acreditei nos acordos 

E nas cédulas 

Das identidandes críveis.

Mal balbuciava, e queria,

Corria, parada em castelos

E nos credos de mocidades.

Queria cura das dores

solitárias que esburavam

O peito com crueldades.

Cresci crendo no credo

Da ternura curadora

De amores perplexos.

Tropecei na caatinga

Fedida das veracidades

Coringas que enganam

Mulheres.

De carente a pirada,

De crente a curada

Da carência inocente.

Credo.

Comentários