terça-feira, 23 de julho de 2013

Quando os santos não batem


Quando o santo não bate, não há Cristo que dê jeito, não há solução que funcione. O ar fica irrespirável, a presença incomoda mais do que um caco de vidro no pé. Quando não bate, não bate. Pode o sertão virar mar, pode a vaca voar, mas a empatia não acontece nem por reza braba. A culpa é dos santos, que em não se baterem, se batem, se pegam, se odeiam, se desprezam até a morte.

Talvez o tempo amenize o desbatimento, mas é pouco provável. Não bateu, não valeu. Talvez seja o campo energético de cada um, talvez seja o olhar 43, vai saber! Mas quando não bate, não bate!

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