quinta-feira, 26 de abril de 2012

Como encontrar a sua alma gêmea?


Como reconhecer a sua alma gêmea, quais os sinais?

Desde quando sentimos as primeiras fagulhas de amor dentro de nossos inocentes corações desejamos que este amor seja eterno e imaginamos que talvez tenhamos encontrado a nossa alma gêmea. Quem não gostaria de encontrar o amor verdadeiro, a pessoa com quem dividirá a sua vida presente e muitas outras vidas, a pessoa feita para você, que o aceite, complete, compreenda e lhe queira bem acima de qualquer coisa? Alguém que Deus fez especialmente para você! Mas, será que existe esse alguém?

De acordo com a doutrina espírita, não existe alma gêmea, não dessa maneira que sonhamos e desejamos, a de uma metade que precisa ser complementada. Nós somos espíritos completos e independentes, não estamos divididos e cada um tem a sua própria jornada. 

Algumas religiões não acreditam em reencarnação, pregam que a vida é eterna, mas que depois da morte nós nos encontraremos com nossos entes queridos no paraíso e continuaremos a vida com a mesma consciência de quem somos aqui. Seja qual for a religião e a crença, o desejo de que o amor ultrapasse as barreiras da vida que conhecemos sempre está presente quando nos apaixonamos. Queremos que aquele sentimento tão especial seja eterno, quebre todas as barreiras do tempo e do imaginário, e que aquela pessoa esteja eternamente ligada a nós, pois ela nos foi destinada. Se existe esse alguém, como saber que este é a nossa "alma gêmea"?

Creio que podemos, sim, encontrar alguém que caiba perfeitamente em nós e que até poderíamos chamar de alma gêmea, mas isso não é um milagre divino, não no sentido mágico da palavra. A sua alma gêmea pode não reconhecer você imediatamente, até por que você só saberá depois de algum bom tempo de convivência. A sua alma gêmea é alguém que tem os mesmos valores que você, que tem prioridades que se completam, que tem os mesmos objetivos para a vida em comum e que respeita os objetivos individuais. A sua alma gêmea é um companheiro que simplesmente aceita lutar com você e por você, é aquele que vai estar ao seu lado e enfrentar esta vida com você. Portanto, se você se apaixonou perdidamente por alguém e aparentemente essa pessoa parece ter sido talhada por Deus especialmente para você, mas essa pessoa não está disposta a estar ao seu lado ou a mover uma palha por você, com certeza, essa não é a sua alma gêmea desta vida. 

Alma gêmea não é  quem você imagina que seja no momento desesperado da paixão; alma gêmea desta vida é aquela que esta disposta a trilhar o mesmo caminho que você, ao seu lado. É aquele alguém que se encaixa em sua vida, nesta vida, tão bem que se torna a sua alma gêmea. Essa sim, é talhada pelas mãos poderosas de Deus.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

RESULTADO

A vencedora da Foto Maluca foi Andréia, com a foto "Cobras e lagartos na floresta".
Obrigada a todos por participarem da brincadeira e até a próxima!
Aqui vai o desenho prometido.


terça-feira, 10 de abril de 2012

Dicas de viagem: INACREDITÁVEL ÍNDIA - algumas observações

Bem, amigos, este será o meu ultimo post falando sobre a minha viagem até a Índia, espero que os leitores esporádicos tenham gostado. Falarei sobre algumas coisas isoladas das quais me esqueci de falar nos posts anteriores:

O GOVERNO APARENTEMENTE NÃO FAZ NADA

Essa é a impressão que dá andando pelas ruas da Índia, vendo o descaso das autoridades com a população indiana. O lixo se espalha por todo o lugar, parece que não há funcionários públicos para realizarem a limpeza urbana e não há nenhuma campanha de conscientização para que o povo possa ter a noção de que lixo faz mal á saúde e prejudica também a imagem da Índia. Muitos parecem não ter a noção de contaminação ou preservação ambiental, e esse tipo de trabalho, o de formação de cidadãos conscientes, é papel do governo, que deveria usar os meios disponíveis e mais eficientes, como escola e mídia.

O Brasil não era tão diferente da Índia há algumas décadas atrás, e ainda falta muito para que se possa chamar a população brasileira de população consciente, mas eu me lembro de algumas mudanças que ocorreram nestes meus curtos anos de vida. Foram criadas fortes leis de proteção ambiental,  que obrigaram as usinas a usarem filtros em suas chaminés, e qualquer empresa que realize qualquer ação que prejudique o meio ambiente é obrigada a pagar multas milionárias; criaram também leis que regulamentaram a posse de veículos;  carros caindo aos pedaços, que poluem e oferecem riscos à população não são mais permitidos; inúmeras campanhas de conscientização sobre tudo, desde câncer de mama até campanhas contra a dengue são realizadas todos os anos. Todas as mudanças precisam de um prazo para serem executadas, mas para que dê certo, é preciso que se faça cumprir a lei, sem brechas e com punição para os infratores.

Na Índia, vi homens e mulheres com os seus sarees carregando pedras e cozinhando pixe em latões colocados sobre pneus! Isso é coisa de governo que zela pela sua população e seu patrimônio?

Em Agra, vi que os monumentos não sofrem nenhum cuidado de restauradores profissionais, total descaso com o patrimônio artístico e histórico. 


Elefante com elefantinho esculpido dentro

A PREOCUPAÇÃO COM A SEGURANÇA

Na maioria dos lugares que fui em Pune, em ambientes de maior concentração pública ou de importância oficial, sempre revistaram as bolsas  e passaram os detectores de metal. Nos aeroportos, só entra quem estiver com as passagens em mãos.


Shoping em Pune

COMER COM AS MÃOS

Muitas pessoas ainda usam somente as mãos para comer. Eu me lembrei um pouco da minha avó, quando fazia um mexidão e  moldava bolinhas de comida com as mãos para comer, eu também já fiz isso quando criança.  De qualquer forma, é bom não ter que se preocupar em pegar o pão naan com as mãos ou o pedaço de galinha.

Que saudade do naan...

TIRAR OS SAPATOS

Algumas vezes me esqueci deste detalhe ao entrar na casa de alguém e me  senti envergonhada. Eu percebi que algumas mulheres tiravam os chinelos até para se sentarem num espaço gramado. Não se esqueça desta regra!




 BOLLYWOODDDDDD!

Os filmes indianos são muito engraçados, singelos e românticos. A fotografia é sempre maravilhosa, as canções são lindas e a maioria dos temas abordam o amor, a família, as culturas e o patriotismo. Alguns tentam discutir assuntos polêmicos, como o casamento arranjado, mas de uma maneira suave, que não entre muito em choque com os antigos costumes. Penso que, sendo o cinema indiano uma grande paixão nacional e que esta se estendendo para o mundo, deveria encarar o seu papel com mais seriedade e aproveitar a sua influência para tratar de temas delicados e importantes, como as tais conscientizações de que falei anteriormente. Imaginem como isso não iria funcionar!

PENDURICALHOS

As mulheres indianas adoram os penduricalhos e andam fazendo muitos barulhinhos. São pulseiras, tornozeleiras, brincos e o que mais existir. Há também um pequeno contraste entre estas mulheres, a maioria usa saree, mas vi uma usando minissaia e camiseta, assim como muitas fumantes.


Eu de saree

BALANÇAR DE CABEÇA

Todo o mundo já está cansado de saber desse balançar de cabeça indiano, mas eu adorava ficar observando eles  conversando e balançando aquelas cabecinhas. O balançar na lateral pode querer dizer sim, não, mas na maioria das vezes é "talvez", "pode ser", "estou pensando sobre isso". Acho que peguei esse balançar, muitas vezes me vejo balançando a cabeça e quase sempre é "talvez".


Até aqui???

Por enquanto é isso. Encerro aqui os meus relatos obre a Índia, que tem problemas como o Brasil, mas que é o meu segundo lugar favorito na terra. Se falo sobre os problemas é por que espero que a qualidade de vida e a imagem da índia melhorem cada vez mais, por que amo aquele lugar e aquele povo.


Bye, Índia, até algum dia!


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Dicas de viagem: INACREDITÁVEL ÍNDIA - Taj Mahal e Ganges

O meu desejo inicial sempre foi conhecer o famoso Taj Mahal e o sagrado rio Ganges, por este motivo não me importei com a cansativa jornada que enfrentamos até lá. Não dormimos na sexta-feira e pegamos o avião que saía mais ou menos às 5 da madrugada, de Pune para Delhi. Chegando ao aeroporto, um casal de amigos indianos e seus dois filhos nos esperavam com o motorista do carro, previamente agendado, e de lá partimos para o precioso Taj Mahal. Foram umas 4 horas de viagem. O que notei desta vez foi a poluição do ar, o céu era sempre cinza e não era possível se ver o horizonte. Em alguns trechos, pude ver as usinas jogando livremente a fumaça tóxica na atmosfera. Imaginei que talvez as pessoas daquela região talvez nunca tenham visto o céu límpido e azul e talvez nunca verão, tamanha é a poluição do ar, isso é triste.


Poluição visível nas redondezas de Nova Delhi



Quando chegamos na entrada do Taj Mahal, mal saímos do carro e o tal guia já veio nos abordar. Primeiro  ele nos apresentou um preço, depois nos ofereceu o valor para indianos, de 450 rúpias. Por mim, não era necessário um guia, mas contratamos. Ele disse que se o contratássemos não precisaríamos enfrentar filas e o guia nos explicaria toda a história, pagamos para ver. O outro guia nos acompanhou e quando chegamos até a fila quilométrica da compra de ingressos, eles simplesmente foi até o guichê e voltou com os ingressos. O ingresso para os indianos custa 20 rúpias e para os estrangeiros custa 720 rúpias! Aqui em Ouro Preto, quem é da cidade entra de graça nos monumentos e museus, mas há um dia específico ou é necessário agendar antes, já as pessoas que moram em outras cidades pagam normalmente. Essas questões são particulares, talvez eu me sentiria menos mal se os indianos não pagassem para entrar.


Não precisa de legenda.


 Feira na beira da estrada

Na entrada do Taj Mahal, debaixo do sol escaldante, outras filas quilométricas. O tal guia nos orientou a seguir por umas divisões que estavam vazias, aparentemente para "VIPS", uma para homens e outra para mulheres. Passamos pelos detectores de metal e entramos. De longe vi o Taj Mahal como em um sonho surgindo em minha frente, e o guia não parava de falar. Eu não entendia muito bem e nem estava prestando muita atenção, já tinha lido o bastante sobre a história de Shah Jahan e Muntaj Mahal, e  tudo o que ele dizia poderíamos ler nas placas explicativas que estavam lá, à disposição. Ele fez papel também de fotógrafo. Colocamos os protetores nos pés, pois não se pode entrar de sapatos. Não preciso dizer que havia outra fila quilométrica para se entrar, o guia se aproximou de um guarda que estava na entrada, pareceu tentar convencê-lo e depois de cochichar, o guarda deu um "chega pra lá" nas grades e nos deixou entrar. 



 

Quando a situação injusta nos favorece, não nos movemos muito para corrigí-las, mas apesar de não ter enfrentado nenhuma fila, não gostei daquilo. Quer dizer então que se pagarmos teremos direitos de furarmos todas as filas? E o incrível é que ninguém se indignou, parece que já se conformaram com os direitos que algumas rúpias dão aos outros. Parece que o famoso "jeitinho brasileiro" que, graças à Deus, parece estar saindo dos comentários populares, também existe na Índia, ou "jeitinho indiano".



 


O Taj Mahal é lindo, como era de se esperar. Todo em mármore talhado por centenas de homens, com pedras trazidas de todas as partes do mundo, uma preciosidade. Mesmo lá, parece que não há muitas ações visando a restauração; alguns lugares, onde a pedra colorida dos desenhos se perdeu, colocaram algum tipo de  massa. Penso que o mausoléu ainda está praticamente intacto justamente por ser feito inteiramente por pedras.


 Detalhes




Eu gostaria de ter tido tempo de apenas ficar sentada lá, olhando o Taj Mahal, mas isso não foi possível, pois centenas de pessoas também estavam lá para ver e os guardas faziam o povo andar com seus apitos. Eu não sou nenhuma Dilma Roussef para fechar o Taj Mahal só para mim, mas ao menos pisei naquela maravilha. 


Eu e Dilma temos mais alguma coisa em comum




Fomos para o hotel numa cidade próxima à Delhi e dormimos uma 3 horas, nos levantamos e pegamos o carro para Hardwar, ao encontro do Ganga. Desta vez, além do casal e de seus filhos, fomos acompanhados pelos sogros fofos da Ju. Foram 6 horas até o nosso destino. Chegando lá, compramos umas garrafinhas para pegar água do rio e seguimos pelo caminho. O rio é muito largo e suas águas correm forte; em suas beiras as pessoas se banham e fazem diversos rituais. Alguns jogam peças de roupas, oferendas como cocos e moedas, enquanto outros jovens passam o dia procurando por essas oferendas e as coletando. Todos se banharam alegremente no rio, menos eu e Ju. Nós colocamos os nossos pés nas águas na esperança de que suas bençãos também recaiam sobre nós. Vimos alguns indianos chorando, pareciam que iriam deitar as cinzas de um ente querido no rio. Vimos uma criança com a cabeça raspada e com tinta amarela realizando algum ritual.






 Molhando os pés no Ganga



Depois do rio, entramos por umas ruazinhas estreitas repletas de lojinhas e de vendedores.   Nas ruas pudemos encontrar inúmeros búfalos, turistas, fezes de animais, carros, motos, bicicletas, rickshaws, comida e tudo o que se possa imaginar. Andamos, compramos e paramos em um lugar para comer. Depois de tudo isso, mais 6 horas para o hotel. Durante a viagem de volta, o meu coração ficou apertado, como diria Renato Russo, uma "saudade de tudo o que eu ainda não vi" 


 Pão indiano(só não gostei das sementinhas)

 
Macaco com um bigode desenhado



Foi tudo lindo, mas gostaria de ter tido mais tempo, tempo pra andar, tempo para apreciar as paisagens, de pensar. Só depois que o tempo passa é que pensamos sobre o que poderíamos ter feito e o que deixamos de fazer. Não fui a nenhum templo, deveria ter comprado uma gramática de hindi, como eu sou burra! Deveria ter comprado aquele elefantinho. Mas acima do que deixei de fazer, estão as coisas que fiz. Pela primeira vez, andei de avião e fui logo para a Índia! Conheci pessoas maravilhosas e queridas e conheci os lugares que sonhava. Com certeza, essa foi uma das experiências mais importantes de minha vida, da qual eu jamais me esquecerei! E não será a última, se Deus quiser!

Dicas de viagem: INACREDITÁVEL ÍNDIA - Goa

Eu e Ju em visão panorâmica

Em meus primeiros planos não estava a viagem para Goa, mas como todos os meus planos originais foram mudados, sou obrigada a admitir que nem toda a mudança é ruim. É bom sempre estarmos preparados para o inesperado, ainda mais quando vamos para um lugar como a Índia.


Praia de Goa

 
Um cachorrinho descansando na sombra

Viajamos a noite toda em um ônibus com camas em lugar de poltronas, eu nunca tinha ouvido falar de sua existência! São duas camas em cada espaço, uma em cima da outra, com cortinas para a privacidade. O que eu achei interessante é que casais, sejam casados, adolescentes ou o que for, podem viajar na mesma cama, livremente, sendo que na Índia, os costumes são tão rígidos. Eu fiquei na mesma cama com a Ju, o marido dela ficou na cama acima, a qual foi obrigado a dividir com um desconhecido que chegou mais tarde e pagou por um meio lugar.


Ju e eu


Comidinhas

Chegamos ao hotel pela manhã e tivemos que esperar até as 11:00 h, quando a diária se encerrava. Colocamos nossas malas nos quartos, encontramos com dois amigos e fomos para a praia. A paisagem era muito bonita e havia muitos turistas por todos os lados. Eu e Ju usamos nossas roupas que não eram muito apropriadas para uma praia, mas nos sentimos confortáveis, já que estávamos na Índia. Estávamos bem comportadas, mas as turistas de outros países estavam bem à vontade com seus biquínis, uma até desamarrou as costas do soutien para se bronzear. Tudo em paz.


Liberdade!!!





Molhando os pezinhos

O que chamou a atenção foi o lixo espalhado pela praia, ao menos no espaço em que fomos, uma crueldade com aquele paraíso. Nós nos sentamos em um barzinho-restaurante e comemos algumas comidas marítimas, estava tudo gostoso. Alguns "camelôs" nos abordavam insistentemente para comprar bungingangas, mas isso não foi um problema. Ficamos lá a tarde toda, depois caminhamos até o local onde haveria uma festa. Pintaram alguns lugares com tinta fluorecente e a música eletrônica não parava, mas haviam apenas uns gatos pingados, talvez por estar cedo. Enquanto caminhávamos de volta para o carro, observei as estrelas para confirmar se elas eram mesmo diferentes das estrelas que vemos aqui, não sei dizer se são... Penso que vi as "Três Marias", mas como saber? Partimos então para uma feira que acontece aos sábados. Eu fiquei apaixonada por um elefantinho de pano, maravilhoso, mas a mulher queria 1500 rúpias! Na verdade, eu não sei se é caro ou não, mas o pessoal não me deixou comprar. Nunca mais vou ter aquele elefantinho...



Pose



Dentro da igreja

  Igreja do bom Jesus

Eu não gostei muito daquela feira, havia muitos turistas e os donos das barracas ao menos a maioria deles, eram estrangeiros. Eu gosto de ver pessoas da região e suas coisas, seus costumes, pois turistas eu já vejo de sobra aqui em Ouro Preto. Mas, apesar de tudo, foi uma boa experiência. Fomos então para o hotel, onde eu dormi em uma enorme cama confortável, todinha para mim. 

Português nas Índias








Falta de cuidado com o patrimônio histórico


Na manhã seguinte, nos encontramos novamente com os dois amigos e fomos ver a parte histórica. Goa foi colonizada por portugueses, por este motivo, encontramos pela cidade as influências causadas por essa colonização. Fomos até à Igreja do Bom Jesus e ao museu que fica ao lado, me senti em casa dentro daquelas construções portuguesas. Infelizmente fiquei muito triste ao perceber que, aparentemente, eles não tem nenhuma noção de conservação. Onde o reboco e a tinta se desfizeram, simplesmente colocaram cimento e cobriram com tinta branca, destruindo os desenhos seculares. As peças do museu estão cobertas por poeira e parecem não receber nenhum tratamento contra o cupim e o mofo, sem falar que o local não tem forro e está sujeito a incêndios e outras catástrofes. Infelizmente, não estão tomando conta dos bens mais preciosos, que são a natureza e a história.


Feira


Local da festa


Feira

Comemos em outro local, também agradável, depois  ficamos andando pela cidade de carro até a hora de pegar o ônibus de volta, desta vez, ônibus normal. Vi o esgoto sendo jogado diretamente no mar e os corvos se aproveitando dele. Vi os ônibus que paravam no ponto e os trocadores que tinham a tarefa de trazer a força os passageiros para dentro deles. Vi as lindas paisagens.

 O trocador de Goa


Jeet e Ju ao pôr do sol

Foi linda a experiência de Goa.

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